Carta Aberta

26/02 de 2016 19h33

A casa do Palmeiras está de portas abertas

É inegável o espaço que a Copa Libertadores da América conquistou nos últimos anos junto à torcida brasileira. Quem ergue o magnífico troféu ganha também o cobiçado passaporte para enfrentar os melhores times do mundo, normalmente nos gramados japoneses.

A caminhada do Palmeiras rumo a este objetivo começou no dia 2 de dezembro de 2015 com a já histórica conquista da Copa do Brasil. O próximo capítulo se escreve agora, dia 3 de março, quando o Palmeiras entra em campo para receber os argentinos do Rosário Central.

A Libertadores – e tudo a que ela dá direito – é grande demais para que o Palmeiras tenha outra preocupação que não o esquema tático de jogo. Se o fator casa faz diferença em qualquer disputa, imagine-se o peso que não tem o Allianz Parque nesta longa e difícil caminhada? Por outro lado, o torcedor palmeirense acostumou-se a uma casa de alto padrão. Não os condenaríamos a voltar aos tempos de banheiros químicos, quando eles têm o Allianz Parque e  todo o conforto e modernidade que ele oferece.

A WTorre entende que o que está em jogo é muito mais que atender ou não às demandas impostas por quem hoje se diz dono do jogo.

A pedido do Palmeiras, a WTorre abre mão de fazer valer seus direitos. E o faz por dois motivos principais: primeiro porque, como dissemos no manifesto anterior, não há neste país quem não saiba o que siginifica o nome Allianz Parque ou desconheça o seu endereço. Segundo porque também somos  torcedores e entendemos a importância da disputa se dar na nossa casa. Estamos dando valor a quem gera valor.

Eliane Sobral

Diretora de Comunicação e Relações Institucionais do Grupo WTorre

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